domingo, 30 de setembro de 2012
O MUNDO PRECISA DE VOCÊ!!!!!

O Mundo Precisa de Você
Precisa-se de loucos De loucos uns pelos outros! Que em seus surtos de loucura tenham habilidades suficientes para agir como treinadores de um mundo melhor. Que olhem a ética, o respeito às pessoas e a responsabilidade social não apenas como princípios organizacionais, mas como verdadeiros compromissos com o Universo. Precisa-se de loucos de paixão. Não só pelo trabalho, mas principalmente por gente, que vejam em cada ser humano o reflexo de si mesmo, trabalhando para que velhas competências dêem lugar ao brilho no olhar e a comportamentos humanizados.
Precisa-se de loucos pelo desconhecido que caminhem na contramão da história
Precisa-se de loucos poliglotas que não falem inglês, espanhol, francês ou italiano, mas que falem a língua universal do amor, do amor que transforma, modifica e melhora. Palavras não transformam empresas e sim atitudes. Precisa-se simplesmente de loucos de amor. De amor que transcende toda a hierarquia, que quebra paradigmas; Amor que cada ser humano deve despertar e desenvolver dentro de si e pôr a serviço da vida própria e alheia.
As organizações precisam urgentemente de loucos, capazes de implantar novos modelos de gestão, essencialmente focados no SER, sem receios de serem chamados de insanos, que saibam que a felicidade consiste em realizar as grandes verdades e não somente em ouvi-las… Ou resgatamos a inocência perdida ou teremos que desistir de vez da condição de HUMANOS. Qual vai ser a sua atitude?
SER E NÃO TER.......
sábado, 29 de setembro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
EDUCAR OBRA DO CORAÇÃO
Ser educador é exercer a mais abençoada profissão.Um profissional na arte de transformação do ser humano. É estar comprometido com o conhecimento de maneira
integral, seja no cognitivo, social, emocional e ter fé ( Jesus no coração=AMOR).
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
ENSINO SÉCULO XXI
Marina Novaes - Terra Educação - 25/09/2012 - São Paulo, SP
A maioria das escolas do mundo parou no tempo e ainda não se adequou às demandas e desafios do século 21. Enquanto a sociedade desenvolve e depende cada vez mais de novas tecnologias, as instituições de ensino parecem não saber como acompanhar essas transformações e sofrem para se comunicar com os alunos. A avaliação é do pesquisador David Albury, da Gelp (sigla em inglês para Global Education Leaders` Program ou, na tradução livre, Grupo Global de Líderes da Educação), que esteve no Brasil na última semana e participou de um bate-papo com jornalistas sobre os desafios na área de educação, realizado na última segunda, dia 24, em São Paulo.
O Brasil é um dos 10 países que faz parte do grupo, responsável por pesquisas sobre como implantar um sistema educacional adequado aos conhecimentos, necessidades e habilidades requeridos para os dias atuais. Para o estudioso, embora já existam exemplos de escolas adotando novas metodologias de ensino, ainda não é possível apontar um caminho certo a seguir, nem tampouco calcular em quanto tempo o mundo adotará a chamada `educação para o século 21`, capaz de conquistar e atrair os estudantes, e de proporcionar, de fato, um ensino de qualidade aplicado à vida adulta.
Para exemplificar o lapso entre o que o mercado quer dos jovens recém-formados e o que eles aprendem nas instituições de ensino, Albury cita alguns dos pré-requisitos que ainda não entraram nas grades curriculares das escolas, como a capacidade de trabalhar em equipe, de solucionar problemas, de se comunicar bem, além da criatividade e do empreendedorismo.
`Nós hoje sabemos que as escolas deveriam adotar um ensino mais `personalizado`, com um currículo que atenda ao perfil, aos problemas, às necessidades e aos interesse dos alunos. (...) Também sabemos que as crianças não aprendem só nas escolas, (...) mas que a tecnologia, embora fundamental, não é tudo em uma instituição de ensino. (...) Enfim, nós sabemos o que precisamos, mas ainda não sabemos como realizar essa mudança, (...) como será esse novo modelo de ensino, e esse é o nosso grande desafio`, disse Albury. `Não são os alunos de hoje que são desengajados. Nós é que não soubemos engajá-los a aprender`, completou o pesquisador, ao apresentar uma análise dos desafios e obstáculos que os educadores deparam.
Para tentar identificar soluções, o grupo tem percorrido o mundo em busca de instituições de ensino que tenham adotado experiências inovadoras e bem sucedidas, que possam servir de exemplos, tanto em áreas ricas quanto em lugares pobres. A ideia é, a partir desses exemplos, implantar aos poucos projetos pilotos desse novo modelo de educação. Entretanto, ainda será preciso percorrer um longo caminho até que se alcancem os mecanismos capazes de serem disseminados e implantados em escalas maiores.
`Existem alguns obstáculos. Por exemplo, ainda não sabemos como testar, nesse novo modelo de educação, o aprendizado dos alunos. E como vamos avaliar e capacitar os professores? (...) (No Reino Unido) Nós levamos 1.000 anos para desenvolver esse sistema de educação que temos hoje. Ou, no caso do Brasil, 300 ou 200 anos... Então essa mudança não vai acontecer da noite para o dia, vai levar anos, talvez décadas`, disse o pesquisador.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
A SAMAMBAIA E O BAMBU

Certo dia, decidi dar-me por
vencido. Renunciei ao meu trabalho, às minhas relações e à minha fé. Resolvi
desistir até da minha vida.
Dirigi-me ao bosque para ter uma última conversa com Deus.
“Deus”, eu disse: “O Senhor poderia me dar uma boa razão para eu não entregar os pontos?”
Sua resposta me surpreendeu: “Olhe em redor. Você está vendo a samambaia e o bambu?”
“Sim, estou vendo”, respondi.
“Pois bem, quando Eu semeei as samambaias e o bambu, cuidei deles muito bem. Não lhes deixei faltar luz e água. A samambaia cresceu rapidamente. Seu verde brilhante cobria o solo. Porém, da semente do bambu nada saía.
Apesar disso, eu não desisti do bambu. No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa. E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu.
Mas, eu não desisti do bambu. No terceiro ano, no quarto, a mesma coisa. Mas, no quinto ano, um pequeno broto saiu da terra. Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno, até insignificante.
Seis meses depois, o bambu cresceu mais de 50 metros de altura.
Ele ficara cinco anos afundando raízes. Aquelas raízes o tornaram forte e lhe deram o necessário para sobreviver.
A nenhuma de minhas criaturas eu faria um desafio que elas não pudessem superar.”
E, olhando bem no meu íntimo, disse: “Você sabia que durante todo esse tempo em que você vem lutando, na verdade, estava criando raízes?
Eu jamais desistiria do bambu. Nunca desistiria de ti. Não se compare com outros. O bambu foi criado com uma finalidade diferente da samambaia, mas ambos eram necessários para fazer do bosque um lugar bonito.
Seu tempo vai chegar”, disse-me Deus. “Você crescerá muito!”
“Quanto tenho de crescer?” Perguntei.
“Tão alto como o bambu?” Foi a resposta. E eu deduzi: Tão alto quanto puder!
Espero que estas palavras possam lhe ajudar a entender que Deus nunca desistirá de você.
Nunca se arrependa de um dia da sua vida.
Os bons dias lhe dão felicidade.
Os maus lhe dão experiência.
Ambos são essenciais para a vida.
A felicidade lhe faz doce.
Os problemas lhe mantêm forte.
As penas lhe mantêm humano.
As quedas lhe mantêm humilde.
O bom êxito lhe mantém brilhante.
Mas, só Deus lhe mantém caminhando.
Dirigi-me ao bosque para ter uma última conversa com Deus.
“Deus”, eu disse: “O Senhor poderia me dar uma boa razão para eu não entregar os pontos?”
Sua resposta me surpreendeu: “Olhe em redor. Você está vendo a samambaia e o bambu?”
“Sim, estou vendo”, respondi.
“Pois bem, quando Eu semeei as samambaias e o bambu, cuidei deles muito bem. Não lhes deixei faltar luz e água. A samambaia cresceu rapidamente. Seu verde brilhante cobria o solo. Porém, da semente do bambu nada saía.
Apesar disso, eu não desisti do bambu. No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa. E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu.
Mas, eu não desisti do bambu. No terceiro ano, no quarto, a mesma coisa. Mas, no quinto ano, um pequeno broto saiu da terra. Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno, até insignificante.
Seis meses depois, o bambu cresceu mais de 50 metros de altura.
Ele ficara cinco anos afundando raízes. Aquelas raízes o tornaram forte e lhe deram o necessário para sobreviver.
A nenhuma de minhas criaturas eu faria um desafio que elas não pudessem superar.”
E, olhando bem no meu íntimo, disse: “Você sabia que durante todo esse tempo em que você vem lutando, na verdade, estava criando raízes?
Eu jamais desistiria do bambu. Nunca desistiria de ti. Não se compare com outros. O bambu foi criado com uma finalidade diferente da samambaia, mas ambos eram necessários para fazer do bosque um lugar bonito.
Seu tempo vai chegar”, disse-me Deus. “Você crescerá muito!”
“Quanto tenho de crescer?” Perguntei.
“Tão alto como o bambu?” Foi a resposta. E eu deduzi: Tão alto quanto puder!
Espero que estas palavras possam lhe ajudar a entender que Deus nunca desistirá de você.
Nunca se arrependa de um dia da sua vida.
Os bons dias lhe dão felicidade.
Os maus lhe dão experiência.
Ambos são essenciais para a vida.
A felicidade lhe faz doce.
Os problemas lhe mantêm forte.
As penas lhe mantêm humano.
As quedas lhe mantêm humilde.
O bom êxito lhe mantém brilhante.
Mas, só Deus lhe mantém caminhando.
AUTOR DESCONHECIDO
EDUCAÇÃO EM DESTAQUE
MARIA PAULA AUTRAN - Folha de São Paulo - 24/09/2012 - São Paulo, SP
No ano em que o Ibovespa acumula ganho de apenas 8%, o setor de educação se destaca. As ações das três empresas ligadas principalmente ao ensino superior listadas na Bolsa dispararam em 2012.
Os papéis da Kroton (KROT11), a maior alta, subiram 90,9% no ano. Em seguida vem a Estácio (ESTC3), com valorização de 84,7% e, depois, a Anhanguera (AEDU3), com 62,1%.
São três os motivos apontados pelos analistas: o aumento no número de alunos, o financiamento estudantil e um mercado de trabalho mais competitivo.
O Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) ganhou condições mais atrativas em 2010, quando os juros caíram para 3,4% ao ano.
Aliado a isso, a exigência cada vez maior de mão de obra qualificada e o aumento da massa salarial da classe média brasileira incentivam os estudantes a buscarem o ensino superior.
Esses fatores fizeram com que aumentasse o número de alunos matriculados nas três instituições, o que resultou em balanços positivos no segundo trimestre e no primeiro semestre.
Segundo Bruno Giardino, analista de educação do Santander, uma parte do movimento se deve à recuperação de perdas que as empresas tiveram no ano passado e outra, à geração de caixa.
`Existia uma preocupação dos investidores que o setor consumia muito caixa e que não era possível gerar`, afirma.`No começo do ano, as empresas anunciaram que iriam fazer menos aquisições neste ano, que iriam integrar aquelas que já vinham sendo feitas e que haveria geração de caixa`, diz Giardino.
O ano passado foi marcado por aquisições no setor, como a da Unopar pela Kroton por R$ 1,3 bilhão.
PERSPECTIVAS
A médio e longo prazos, os analistas acreditam que as ações ainda têm espaço para crescer -mas não com altas tão expressivas como as que obtiveram até agora- porque a expansão do setor e o ambiente favorável às empresas devem continuar.
`Aparentemente, o pior do impacto externo na economia brasileira já passou. Acho que não tem por que os resultados caírem, mas lógico que não vão crescer na mesma intensidade. Ainda tem coisa positiva para sair daí`, diz Michael Viriato Araújo, professor de finanças do Insper.
Uma das apostas para o crescimento deve ser o ensino à distância, cuja margem é ainda maior do que a do presencial, já que os custos são menores. O setor representa 14,6% das matrículas de graduação no ensino superior, segundo o Censo da Educação Superior de 2010. O levantamento aponta ainda que 74% dos alunos (presenciais e à distância) estão no segmento privado.
De acordo com especialistas, o perfil mais adequado é o investidor que tem mais apetite para o risco, já que as ações têm pouca liquidez e tendem a sofrer mais em momentos de crise.
`Historicamente, tem sido um setor mais arriscado, com volatilidade operacional. Em 2012, talvez estejamos iniciando um caminho diferente, mas não vejo ainda como defensivo. Mesmo com o Fies, que pode torná-lo menos cíclico, ainda é um setor cíclico, dependente da atividade econômica`, diz Thiago Macruz, analista do Itaú BBA.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Um bom dia é a diferença
Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega.
Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica.
Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.
De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:
Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?
Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.
Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.
Entretanto não se despediu de mim na hora da saída.
Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei…
Pergunta: Será que você seria salvo?
AUTOR DESCONHECIDO
Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica.
Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.
De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:
Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?
Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.
Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.
Entretanto não se despediu de mim na hora da saída.
Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei…
Pergunta: Será que você seria salvo?
AUTOR DESCONHECIDO
domingo, 23 de setembro de 2012
JESUS O MAIOR CONTADOR DE HISTÓRIAS
Jesus, O Maior Contador de Histórias que já existiu...
“Jesus abordava as pessoas com técnicas psicológicas que estamos começando a entender. Em vez de mostrar-se superior, dando palestras eruditas baseadas nos seu conhecimento teológico, ele humildemente dizia o que queria através de simples histórias. Falava de um modo que levava as pessoas a ouvirem, porque sabia o que as fazia querer escutar. Jesus foi um poderoso comunicador porque compreendia o que a psicologia está nos ensinando hoje: que baseamos a nossa vida mais no que acreditamos do que no que sabemos.
...
Jesus compreendia a forma de pensar das pessoas. Ele foi um dos maiores professores da história porque sabia que cada pessoa só pode compreender as coisas a partir da sua perspectiva pessoal. Por isso ele ensinava por meio de parábolas”.
(Mark W. Baker) Ed. Sextante
“ Estar com ele era um convite ao suspiro, à espontaneidade, à libertação da criatividade. Ele era bem-humorado, agradável , cativante. Era um excelente contador de histórias e um exímio motivador de pessoas...”
...
Um professor que não surpreende seus alunos, que não lhes conta histórias, que não lhes toca o sentimento poderá ter exímio conhecimento e brilhante eloqüência, mas não brilhará nos solos da personalidade deles. Poderá ser transmissor de informações, mas não será um mestre da vida”.
(Augusto Cury) -12 Semanas Para Mudar Uma Vida
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
COMBATE À AGRESSIVIDADE
Elaine
Patricia Cruz - Agência Brasil - 20/09/2012 - Brasília, DF
Para enfrentar a violência nas escolas brasileiras, o Ministério
da Educação assinou hoje (20) uma parceria com o Conselho Federal de Psicologia.
A parceria prevê um estudo sobre violência nas escolas, elaboração de materiais
didáticos e formação de professores para o combate à violência no ambiente
escolar.
De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, oito universidades
também vão colaborar com o projeto. Entre os temas que serão trabalhados dentro
das escolas estão enfrentamento às drogas, gravidez precoce, homofobia, racismo,
discriminação, bullying e bullying eletrônico (feito por meio das redes
sociais).
“Temos estimado em torno de 8 mil jovens, meninos e meninas, que
voltam para casa com todo tipo de constrangimento e que muitas vezes são vítimas
de bullying na escola. Precisamos tratar esses temas com responsabilidade e
cuidado, mas enfrentá-los no sentido de respeito à diversidade, ao outro, a
valores como os direitos humanos. Os professores e alunos também precisam
aprender a solução dos conflitos por meio de diálogo”, disse o ministro.
Segundo Mercadante, o trabalho de campo será feito em todo o país.
“Vamos trabalhar em todas as regiões do país, nos vários níveis do processo
educacional - com pais, alunos e professores - e elaborar materiais pedagógicos,
programas de prevenção e subsídios para aprimorar a prática pedagógica e criar
uma escola mais atrativa, feliz, respeitosa e pacífica”, disse.
O projeto, de acordo com o ministro, terá início em breve. “Em
duas semanas estaremos iniciando o processo de trabalho, mas eu diria que o
desenvolvimento pleno desse trabalho é para 2013”.
A expectativa do ministro é que, com esse projeto, os “professores
tenham mais subsídios e melhores condições para lidar com esses desafios”. Os
novos materiais didáticos, voltados para o combate da violência nas escolas,
estará disponível logo após a pesquisa de campo ser finalizada. Também será
desenvolvido um trabalho de formação de professores para trabalhar com esses
temas nas escolas.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
EDUCAÇÃO E PESSOAS PENSANTES
Wolmer
Ricardo Tavares - Revista Gestão Universitária - 17/09/2012 - Belo
Horizonte, MG
A sociedade brasileira anda carente de pessoas pensantes e
cognoscentes. Pessoas com liderança para direcionar uma multidão de brasileiros
alienados para uma seara de conhecimento, criticidade e também prosperidade.
A ciência política tem a função de esclarecer o povo de que o
poder existe para favorecê-lo, fazendo prevalecer a vontade deste, uma vez que o
poder é emanado do próprio povo.
A política é uma palavra oriunda da palavra polis (cidades,
estados) e está relacionada à forma de organização, direção e administração das
nações ou estados[2]. Ela busca uma maneira de conquistar o poder e de se manter
nele. O poder do homem sobre outro homem, o poder de influenciar os outros.
Uma dificuldade encontrada pelos educadores em se trabalhar a
política nas escolas é o despreparo dos gestores que se encontram contaminados
pela politicagem que não é nada mais que uma política mesquinha e de interesses
pessoais, reforçada por políticos desonestos e inescrupulosos. Esses gestores em
sua maioria são frutos desse meio, uma vez que os cargos oferecidos, na sua
maioria, não são baseados na meritocracia, salvo algumas exceções acertos na
escolha, o que não se torna regra.
Essa escolha de gestores favorece o sistema falho em que nos
encontramos, e este por sua vez inibe e até mesmo coíbe qualquer pronunciamento
político nas escolas, mesmo sem ter uma ideologia partidária, pois a intenção
para os educadores é apenas esclarecer seus educandos da política e sua
relevância para a vida da sociedade e não fomentar o partidarismo.
A política não é apenas o ato de bem governar os povos, e tampouco
a habilidade no trato das relações humanas, com vista na obtenção dos resultados
desejados. Ela é uma atividade de cidadãos que se ocupam com assuntos públicos
favorecendo sempre o coletivo e nunca o individual.
A educação necessita de uma neodiretividade tendo com um dos viés
a política, que mostra o poder que se impera invalidando o saber que eleva o
educando ao grau de criticidade. O saber correto, que fomenta a dúvida e faz com
que se busque as respostas adequadas, e que não se deixe ser manipulado pela
classe opressora e dominante, que gera o poder e subjuga o povo reforçando cada
vez mais o domínio da elite, deste povo sofrido e desamparado, sem ter
consciência de que se encontram nessa triste posição.
Quando conseguirmos trabalhar e desenvolver em nossos educandos
não só conceito político, mas uma conscientização, estaremos fazendo com que
estes deixem de ser analfabetos políticos que, segundo afirma Bertolt Brecht,
dessa ignorância, nasce a “prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os
bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas
nacionais e multinacionais”.
Portanto cabe a nós educadores pensarmos como trabalhar essa
conscientização em nossos educandos, sem nos deixarmos ser afetados pela coação
de gestores com desculpas de que a escola não é um espaço para prapaganda
eleitoral, o que não é a intenção da educação, pois ela deve ser neutra
politicamente, mas sem deixar de ser omissa com a sua função de educar para a
cidadania e o protagonismo, e esse protagonismo para existir, faz-se mister
interagir com os acontecimentos políticos.
VITÓRIA COM JESUS
18 de Setembro de 2012
"E sabemos que todas as coisas contribuem
juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados
segundo o seu propósito." Romanos 8:28
Pensamento: Interessante nesse versículo é que
ele diz "todas as coisas", e não apenas "algumas coisas". Ou seja, até mesmo as
dificuldades que enfrentamos, e muitas vezes não entendemos o porque, também
cooperam juntas para o nosso bem. Por isso devemos dar graças a Deus não só nas
vitórias, mas também na adversidade, não porque Deus se alegre com nossas lutas,
mas porque é assim que nosso carater é refinado, semelhante ao ouro que é
colocado no fogo para retirar suas impurezas.
Oração: Deus me ajude a dar graças não somente
nas vitórias, mas também em meio aos problemas, para que minha alma não fique
abatida, nem meu coração triste. Que eu me lembre sempre que a maior de todas as
alegrias é a alegria da salvação, conquistada por alto preço através de Jesus lá
na cruz. Que eu possa ver nas tribulação do dia-a-dia aonde o Senhor quer que eu
seja aperfeiçoado. Amém.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
JESUS NO CORAÇÃO DE UMA CRIANÇA
O cirurgião que encontrou a Jesus NO CORAÇÃO DE UMA CRIANÇA-Amanhã de manhã eu vou abrir o teu coração.
Explicava o cirurgião para uma criança.
E a criança o interrompeu:
-Você encontrará Jesus ali?
O cirurgião olhou para ela, e continuou:
-Eu vou cortar uma parede do teu coração para ver o dano completo.
-Mas quando você abrir o meu coração, encontrará Jesus lá?
A criança voltou a interrompê-lo.
O cirurgião se voltou para os pais, que estavam sentados em silêncio.
-Quando eu tiver visto todo o dano causado, planejaremos o que fazer em seguida, ainda com teu coração aberto.
-Mas você encontrará Jesus em meu coração?
A Bíblia diz claramente que Ele mora ali.
Todos que acreditam Nele dizem que Ele vive ali...
Então você vai encontrá-lo no meu coração!
O cirurgião pensou que era suficiente e lhe explicou:
-Após a operação, te direi o que encontrei em teu coração, de acordo?
Eu tenho certeza que encontrarei músculo cardíaco danificado, baixa resposta de glóbulos vermelhos, e fraqueza nas paredes e vasos.
E, além disso, eu vou concluir se posso te ajudar ou não.
-Mas você encontrará Jesus ali também?
É sua casa, Ele vive ali, sempre está comigo.
O cirurgião não tolerou mais os comentários insistentes e se foi.
Em seguida, ele se sentou em seu consultório e começou a gravar seus estudos prévios para a cirurgia:
a orta danificada, veia pulmonar deteriorada, degeneração muscular cardíaca massiva.
Sem possibilidades de transplante, dificilmente curável.
Terapia: analgésicos e repouso absoluto.
Prognóstico: fez uma pausa e em tom triste disse:
-Morte nos primeiros anos de vida.
Então, parou o gravador.
Mas tenho algo a mais a dizer:
-Por quê? Perguntou em voz alta.
Por que acontecer isso com ele? O Senhor o colocou aqui, nessa dor e já a havia condenado a uma morte precoce. Por quê?
De repente, Deus, nosso Criador respondeu:
O menino, minha ovelha já não pertencerá a teu rebanho, porque ele é parte de mim e comigo estará por toda a eternidade. Aqui no céu, em meu rebanho sagrado, já não terá nenhuma dor, será consolado de uma forma inimaginável para ti ou para qualquer outra pessoa. Seus pais, um dia, se unirão com ele, conhecerão a paz e a harmonia juntos em meu reino e meu rebanho sagrado continuará crescendo.
O cirurgião começou a chorar muito, mas sentiu ainda mais raiva, não entendia as razões. E replicou:
-Tú criastes este menino, e também seu coração para quê? Para que morresse em poucos meses?
O Senhor lhe respondeu:
-Porque é tempo de regressar ao seu rebanho, sua missão na terra já se cumpriu. Há alguns anos atrás enviei uma ovelha minha com dom de médico para que ajudasse a seus irmãos, mas com tantos conhecimentos na ciência se esqueceu de seu Criador.
Então enviei outra de minhas ovelhas, o menino enfermo, não para perdê-lo, e sim para que a ovelha perdida há tanto tempo, com dotes de médico volte para mim.
Então o cirurgião chorou e chorou inconsolavelmente.
Dias depois, após a cirurgia, o médico sentou-se ao lado da cama do menino, enquanto seus pais estavam a frente do médico.
O menino acordou e murmurando rapidamente perguntou:
-Abriu meu coração?
-Sim. Disse o cirurgião.
-O que encontrou? Perguntou o menino.
Tinha razão, reencontrei Jesus ali.
Deus tem muitas maneiras diferentes para que você volte para o seu lado.
AUTOR DESCONHECIDO
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
PROFESSORES
Agência Estado - UOL Educação - 12/09/2012 - São Paulo, SP
Em países emergentes muito populosos, como o Brasil, os governos são, com frequência, confrontados a uma escolha difícil: aumentar o número de professores por aluno e investir na redução do tamanho das turmas, ou qualificar os mestres e melhorar seus salários. Para Andreas Schleicher, especialista da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a melhor estratégia é dirigir a verba para os professores. Mas o Brasil faz o contrário. A entidade divulgou ontem, terça-feira, em Paris, um relatório de 570 páginas sobre educação em 39.
As constatações de Schleicher foram feitas com base em estatísticas, mas não constam do relatório publicado ontem. Para o pesquisador, o Brasil está no caminho certo ao aumentar o investimento no ensino, aproximando-se da média dos países mais desenvolvidos, mas ainda precisa fazer escolhas na hora de aplicar verbas públicas. E, nessa hora, é preciso apostar na qualidade do corpo docente.
`Quando há poucos recursos, ou se investe em pequenas turmas ou em professores - e os resultados são melhores quando a opção é em investir no docente`, disse Schleicher à reportagem.
O especialista faz questão de elogiar o esforço de sucessivos governos, mas reitera que, após massificar o acesso à escola, o desafio é aprimorá-la. `Dobrar a proporção de pessoas que atingiram o nível de educação fundamental é um número impressionante.`
Desafios e avanços
Para o ministro da Educação, Aloísio Mercadante, os resultados do Brasil no levantamento da OCDE refletem os avanços feitos na última década. `Somos o País que mais aumentou os investimentos na área, só que partimos de um patamar muito baixo por causa do déficit educacional histórico que temos. O desafio, agora, é continuarmos nesse ritmo`, afirmou.
Para Mercadante, o aumento dos investimentos refletem os repasses do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) - verba da União que chega a Estados e municípios - e a programas como o Pró-Infância.
Quanto à queda de 2% no investimento per capita no ensino superior, dado revelado pela pesquisa da OCDE, o ministro afirma que é preciso levar em consideração o aumento do número de matriculados. `Não se pode ver apenas o valor por aluno. É preciso ver a promoção do acesso, que foi triplicado. Só nas universidades federais, partimos de 300 mil alunos para mais de 1 milhão de matriculados na última década.`
O aumento dos gastos per capita nesse nível de ensino, explica, deve acontecer com o investimento integral dos royalties do petróleo, medida defendida pelo governo federal para que se chegue aos 10% do PIB investidos em Educação. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
DIGA NÃO AO TRABALHO INFANTIL
Estamos com um projeto na escola com o tema: ERRADICAÇÃO AO TRABALHO INFANTIL.
Muitas atividades como : interpretação de texto, produção textual, entrevistas, poemas, cartazes, banner, teatro, música, histórias em quadrinhos, enfim uma grande mobilização sobre o tema.
Infelizmente hoje o trabalho infantil é uma realidade, crianças deixam a escola para exercerem atividades que complementam a renda familiar.Todos os dias, quando passamos pelos centros urbanos e rurais nos deparamos com um triste fato da realidade. Crianças que ao invés de estarem na escola estão trabalhando, muitas vezes para sustentar os próprios pais. São trabalhos enfadonhos e mal remunerados, como vendedores de cocos, picolés, balas e jornais. coletas no lixão. Também há engraxates e vigias de carros. Nos dias atuais o que leva as crianças a trabalharem é a realidade econômica do país, que não fornece condições para que as famílias empobrecidas mantenham seus filhos na escola, obrigando-os a contribuírem com o orçamento doméstico como forma de garantia da sobrevivência de toda a família.
Essas vivências podem ser prejudiciais, pois antecipam o que cada fase de desen-volvimento prepara para cada um. Para a criança, é importante o brincar, o sociabilizar e o estudar.
Muitas famílias incentivam seus filhos a trabalhar desde cedo. Elas não vêem os esforços das crianças como um trabalho, mas sim como uma ajuda na renda familiar. Para alguns pais, as crianças de baixa renda que trabalham estão salvas de vícios e da marginalidade.
Devido ao cansaço e a falta de tempo para estudar, muitas crianças abandonam a escola inúmeras vezes e amargam sucessivas reprovações. Isso causa uma defasagem da criança em relação à série cursada e até mesmo o abandono dos estudos. Elas se tornam adultos com baixo grau de escolaridade, o que reduz as chances de ter um bom emprego.Abaixo algumas fotos do projeto.
APRESENTAÇÃO TEATRO NA ESCOLA SOBRE O TEMA
PESQUISA SOBRE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS

IMAGEM PICASA

ENDEREÇOS INTERESSANTES PARA PESQUISAS

terça-feira, 11 de setembro de 2012
O QUE É EDUCAÇÃO - BRANDÃO
BRANDÃO. Carlos R. O que é educação, 33ª Ed. Brasiliense, São Paulo. 1995.
Resumo Analítico Critico
Resumo
A educação está e, todos os lugares e no ensino de todos os saberes. Assim não existe modelo de educação, a escola não é o único lugar onde ela ocorre e nem muito menos o professor é seu único agente. Existem inúmeras educações e cada uma atende a sociedade em que ocorre, pois é a forma de reprodução dos saberes que compõe uma cultura, portanto, a educação de uma sociedade tem identidade própria.
O ponto fraco da educação está nos seus agentes, pois, com consciência ou não, reproduzem ideologias que atendem a grupos isolados da sociedade. Aí vê ? se que a educação reflete a sociedade em que ocorre, em sociedades tribais ela é comunitária e igualitária, já em nossa sociedade capitalista: específica, isolada e desigual.
Na Grécia Antiga a educação, denominada de Paidéia, se iniciou como comunitária, mas com o desenvolvimento da sociedade se tornou específica, onde havia uma educação para nobres, outra para plebeus e nenhuma para os escravos, surge à figura do pedagogo, um escravo domestico que além de conduzir as crianças nobres à escola também era responsável pela sua educação. Em todas as educações gregas o indivíduo era educado para a sociedade como um todo.
Em Roma a educação surgiu como na Grécia, comunitária, mas se desenvolveu de forma diferente, onde a formação do patriarca agricultor sobressaia sobre o cidadão. Mais tarde surge a escola primária, como a escola de primeiras letras gregas, também surge à escola gramáticos, e muito mais tarde a Lector. Havia em Roma a educação que formavam os trabalhadores na oficina ? de ? trabalho, e o cidadão era educado para também empregar seu saber na sociedade.
A escola surge com o desenvolvimento do cristianismo na Antiga Europa para uma educação que salvaria almas, e isso perdurou até o final do século XIX quando Émile Durkheim começou a ligar educação e sociedade, a educação vira fato social, pois para ele há um consenso harmônico que mantêm o ambiente social.
Mas pergunta ? se saber este consenso, pois na verdade a educação não aplica sua idéia, a prática é bem diferente, há uma elite capitalista que controla a educação, entretanto, ela ocorre fora das paredes da escola, na comunidade, assim a dominação capitalista encontra resistência política.
A única forma de reinventar a educação, como dizia Paulo Freire, é traze ? lá ao cotidiano do aluno, fazendo com que a vivencia e as experiências do indivíduo façam parte efetiva da escola, e a educação será livre e comunitária.
Análise Crítica
O livro expõe a educação de maneira neutra, onde não se toma partido para nenhuma teoria fixa da sociologia. Os teóricos da educação sempre se definem na teoria do conflito ou do consenso, e Brandão mostrou a educação como ela é, aberta a todos e pertencente a todos.
Mas foi tomada uma linha, a qual se defendeu algo muito importante, o partido da educação. Esta foi apresentada do seu início, nos primórdios da humanidade, para refletir ? se sobre o que realmente vem a ser educação, libertando ? a das paredes da escola, da figura do professor, principalmente escolaridade.
Na Grécia conheceu ? se a Paidéia, a origem da pedagogia, e a importância da formação do indivíduo para a sociedade.
Em Roma conheceu ? se a educação dos patriarcas, a escola primária, a gramaticus e o nível superior Romano, a Lector.
Foi mostrado pelo autor como surgiu a escola, e como a idade Média a reproduzir até o século XIX, quando Émile Durkleim mostrou a educação como fato social para uma sociedade orgânica e harmônica, entretanto, essa harmonia esconde um conflito, o qual uma elite rica e influencia domina a educação para a formação de bons trabalhadores.
Hoje a educação é oferecida ao povo numa democracia que o povo, principal cliente, a educação precisa ser reinventada, fazendo com que ela faça parte da vida e do cotidiano dos alunos, incluindo ? se na cultura popular das comunidades brasileiras.
Resumo Analítico Critico
Resumo
A educação está e, todos os lugares e no ensino de todos os saberes. Assim não existe modelo de educação, a escola não é o único lugar onde ela ocorre e nem muito menos o professor é seu único agente. Existem inúmeras educações e cada uma atende a sociedade em que ocorre, pois é a forma de reprodução dos saberes que compõe uma cultura, portanto, a educação de uma sociedade tem identidade própria.
O ponto fraco da educação está nos seus agentes, pois, com consciência ou não, reproduzem ideologias que atendem a grupos isolados da sociedade. Aí vê ? se que a educação reflete a sociedade em que ocorre, em sociedades tribais ela é comunitária e igualitária, já em nossa sociedade capitalista: específica, isolada e desigual.
Na Grécia Antiga a educação, denominada de Paidéia, se iniciou como comunitária, mas com o desenvolvimento da sociedade se tornou específica, onde havia uma educação para nobres, outra para plebeus e nenhuma para os escravos, surge à figura do pedagogo, um escravo domestico que além de conduzir as crianças nobres à escola também era responsável pela sua educação. Em todas as educações gregas o indivíduo era educado para a sociedade como um todo.
Em Roma a educação surgiu como na Grécia, comunitária, mas se desenvolveu de forma diferente, onde a formação do patriarca agricultor sobressaia sobre o cidadão. Mais tarde surge a escola primária, como a escola de primeiras letras gregas, também surge à escola gramáticos, e muito mais tarde a Lector. Havia em Roma a educação que formavam os trabalhadores na oficina ? de ? trabalho, e o cidadão era educado para também empregar seu saber na sociedade.
A escola surge com o desenvolvimento do cristianismo na Antiga Europa para uma educação que salvaria almas, e isso perdurou até o final do século XIX quando Émile Durkheim começou a ligar educação e sociedade, a educação vira fato social, pois para ele há um consenso harmônico que mantêm o ambiente social.
Mas pergunta ? se saber este consenso, pois na verdade a educação não aplica sua idéia, a prática é bem diferente, há uma elite capitalista que controla a educação, entretanto, ela ocorre fora das paredes da escola, na comunidade, assim a dominação capitalista encontra resistência política.
A única forma de reinventar a educação, como dizia Paulo Freire, é traze ? lá ao cotidiano do aluno, fazendo com que a vivencia e as experiências do indivíduo façam parte efetiva da escola, e a educação será livre e comunitária.
Análise Crítica
O livro expõe a educação de maneira neutra, onde não se toma partido para nenhuma teoria fixa da sociologia. Os teóricos da educação sempre se definem na teoria do conflito ou do consenso, e Brandão mostrou a educação como ela é, aberta a todos e pertencente a todos.
Mas foi tomada uma linha, a qual se defendeu algo muito importante, o partido da educação. Esta foi apresentada do seu início, nos primórdios da humanidade, para refletir ? se sobre o que realmente vem a ser educação, libertando ? a das paredes da escola, da figura do professor, principalmente escolaridade.
Na Grécia conheceu ? se a Paidéia, a origem da pedagogia, e a importância da formação do indivíduo para a sociedade.
Em Roma conheceu ? se a educação dos patriarcas, a escola primária, a gramaticus e o nível superior Romano, a Lector.
Foi mostrado pelo autor como surgiu a escola, e como a idade Média a reproduzir até o século XIX, quando Émile Durkleim mostrou a educação como fato social para uma sociedade orgânica e harmônica, entretanto, essa harmonia esconde um conflito, o qual uma elite rica e influencia domina a educação para a formação de bons trabalhadores.
Hoje a educação é oferecida ao povo numa democracia que o povo, principal cliente, a educação precisa ser reinventada, fazendo com que ela faça parte da vida e do cotidiano dos alunos, incluindo ? se na cultura popular das comunidades brasileiras.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
CURRÍCULO ESCOLAR
Currículo escolar poderá ter disciplinas de ética
AGÊNCIA SENADO - O GLOBO - 10/09/2012 - RIO DE JANEIRO, RJ
Com relatório favorável do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), vai a votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), nesta terça-feira (11), projeto de lei que torna obrigatória a inclusão de duas disciplinas de ética nos currículos escolares.
A proposta (PLS 2/2012), do senador Sérgio Souza (PMDB-PR), modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) (Lei 9394/1996) incluindo a disciplina Cidadania Moral e Ética como obrigatória para o ensino fundamental. Por sua vez, no currículo do ensino médio passa a ser incluída a disciplina Ética Social e Política.
Sérgio Souza justificou o projeto lamentando a discrepância entre a boa colocação do Brasil no campo econômico e os elevados índices de corrupção e ineficiência da Justiça, situação que, em seu ponto de vista, pede uma política educacional voltada para a formação moral e ética das crianças brasileiras. No mesmo sentido, Cristovam Buarque sublinha a importância da matéria, considerando que “faz-se necessário que a escola oriente a formação do caráter dos nossos jovens, fortalecendo a formação dada no núcleo familiar”.
O projeto será votado pela CE em decisão terminativa.
SERVIR, SERVIR E SERVIR
Era uma vez um reino antigo e pobre, situado perto de uma grande montanha.
Havia uma lenda de que, no alto dessa montanha havia uma Macieira mágica, que produzia maçãs de ouro. Para colher as maçãs era preciso chegar até lá, enfrentando todas as situações que aparecessem no caminho. Nunca ninguém havia conseguido essa façanha, conforme dizia a lenda.
O Rei do lugar resolveu oferecer um grande prêmio àquele que se dispusesse a fazer essa viagem e que conseguisse trazer as maçãs, pois assim o reino estaria a salvo da pobreza e das dificuldades que o povo enfrentava. O prêmio seria da escolha do vencedor e incluía a mão da princesa em casamento.
Apareceram três valorosos e corajosos cavaleiros dispostos a essa aventura tão difícil.
Eles deveriam seguir separados e, por coincidência, havia três caminhos:
1º - rápido e fácil, onde não havia nenhum obstáculo e nenhuma dificuldade;
2º - rápido e não tão fácil quanto o primeiro, pois havia algumas situações a serem enfrentadas;
3º - longo e difícil, cheio de situações trabalhosas.
Foi efetuado um sorteio para ver quem escolheria em primeiro lugar um desses caminhos. O primeiro sorteado escolheu, naturalmente, o Primeiro caminho. O segundo sorteado escolheu o Segundo caminho. O terceiro sorteado, sem nenhuma outra opção, aceitou o Terceiro caminho.
Eles partiram juntos, no mesmo horário, levando consigo apenas uma mochila contendo alimentos, agasalhos e algumas ferramentas.
O Primeiro, com muita facilidade chegou rapidamente até a montanha, subiu, feliz por acreditar que seria o vencedor e quando se deparou com a Macieira Encantada sorriu de felicidade. O que ele não esperava, porém, é que ela fosse tão inatingível. Como chegar até as maçãs? Elas estavam em galhos muito altos. Não havia como subir. O tronco era muito alto também. Ele não possuía nenhum meio de chegar até lá em cima. Ficou esperando o Segundo chegar para resolverem juntos a questão.
O Segundo enfrentou galhardamente a primeira situação com a qual se deparou, porém logo em seguida apareceu outra, e logo depois mais uma e mais outra, sendo algumas delas um tanto difíceis de superar. Ele acabou ficando cansado, esgotado até ficar doente, e cair prostrado. Quando se deu conta de seu péssimo estado físico, foi obrigado a retroceder e voltou para a aldeia, onde foi internado para cuidados médicos.
O Terceiro teve seu primeiro teste quando acabou sua água e ele chegou a um poço. Quando puxou o balde, arrebentou a corda e ele então, rapidamente, com suas ferramentas e alguns galhos, improvisou uma escada para descer até o poço e retirar a água para saciar sua sede. Resolveu levar a escada consigo e também a corda remendada. Percebeu que estava começando a gostar muito dessa aventura.
Depois de descansar, seguiu viagem e precisou atravessar um rio com uma correnteza fortíssima. Construiu, então, uma pequena jangada e com uma vara de bambu como apoio, conseguiu chegar do outro lado do rio, protegendo assim sua mochila, seus agasalhos e todo o material que levava consigo para o momento que precisasse deles, incluindo a jangada.
Em um outro ponto do caminho ele teve de cortar o mato denso e passar por cima de grossos troncos. Com esses troncos ele fez rodas para facilitar o transporte do seu material, usando também a corda para puxar.
E assim, sucessivamente, a cada nova situação que surgia, como ele não tinha pressa, calmamente, fazendo uso de tudo o que estava aprendendo nessa viagem e do material que, prudentemente guardara, resolvia facilmente a questão.
A viagem foi longa, cheia de situações diferentes, de detalhes, e logo chegou o momento esperado, quando ele se defrontou com a Macieira Encantada. O Primeiro havia se cansado de esperar e também retornara ao povoado.
O encanto da Macieira tomou conta do Terceiro. Ela era tão linda, grande, alta, brilhante. Os raios do sol incidindo nos frutos dourados irradiavam uma luz imensa que o deixou extasiado. Quanto mais olhava para a luz dourada, mais ele se sentia invadir por ela, e percebeu que todo o seu corpo parecia estar também dourado. Nesse momento ele sentiu como se uma onda de sabedoria tomasse conta de seu ser. Com essa sensação maravilhosa ele se deixou ficar, inebriado, durante longo tempo. Depois do impacto ele se pôs a trabalhar e preparou cuidadosamente, seu material, fazendo uso de todos os seus recursos.
Transformou a jangada numa grande cesta, para guardar as maçãs dentro, subiu na árvore, pela escada, usou o bambu para empurrar as maçãs mais altas e mais distantes. Tudo isso e mais algumas providências que sua criatividade lhe sugeriu para facilitar seu trabalho, que havia se transformado em prazer.
Depois de encher a cesta com as maçãs, e com a certeza de que poderia voltar ali quando quisesse, por ser a Macieira pródiga, ele agradeceu a Deus por ter chegado, por ter conseguido concluir seu objetivo. Agradeceu principalmente a si mesmo pela coragem e persistência na utilização de todos os seus recursos, como inteligência e criatividade.
Voltou pelo caminho mais fácil, levando consigo os frutos de seu trabalho e de seus esforços, frutos esses colhidos com muita competência e merecimento. Descobriu, entre outras coisas que:
Tudo que apareceu em seu caminho foi útil e importante para sua vitória;
Cada uma das situações que ele resolveu, foi de grande aprendizado, não só para aquele momento, mas também para vários outros na sua vida futura;
Quando você faz do seu trabalho um prazer, suas chances de sucesso são muito maiores;
Quando seu objetivo vale a pena, não há nada que o faça desistir no meio do caminho;
A sua vitória poderia beneficiar a vida de muita gente e também servir de exemplo a outras pessoas, a quem ele poderia ensinar tudo o que aprendeu nessa trajetória.
Autor: Desconhecido
Havia uma lenda de que, no alto dessa montanha havia uma Macieira mágica, que produzia maçãs de ouro. Para colher as maçãs era preciso chegar até lá, enfrentando todas as situações que aparecessem no caminho. Nunca ninguém havia conseguido essa façanha, conforme dizia a lenda.
O Rei do lugar resolveu oferecer um grande prêmio àquele que se dispusesse a fazer essa viagem e que conseguisse trazer as maçãs, pois assim o reino estaria a salvo da pobreza e das dificuldades que o povo enfrentava. O prêmio seria da escolha do vencedor e incluía a mão da princesa em casamento.
Apareceram três valorosos e corajosos cavaleiros dispostos a essa aventura tão difícil.
Eles deveriam seguir separados e, por coincidência, havia três caminhos:
1º - rápido e fácil, onde não havia nenhum obstáculo e nenhuma dificuldade;
2º - rápido e não tão fácil quanto o primeiro, pois havia algumas situações a serem enfrentadas;
3º - longo e difícil, cheio de situações trabalhosas.
Foi efetuado um sorteio para ver quem escolheria em primeiro lugar um desses caminhos. O primeiro sorteado escolheu, naturalmente, o Primeiro caminho. O segundo sorteado escolheu o Segundo caminho. O terceiro sorteado, sem nenhuma outra opção, aceitou o Terceiro caminho.
Eles partiram juntos, no mesmo horário, levando consigo apenas uma mochila contendo alimentos, agasalhos e algumas ferramentas.
O Primeiro, com muita facilidade chegou rapidamente até a montanha, subiu, feliz por acreditar que seria o vencedor e quando se deparou com a Macieira Encantada sorriu de felicidade. O que ele não esperava, porém, é que ela fosse tão inatingível. Como chegar até as maçãs? Elas estavam em galhos muito altos. Não havia como subir. O tronco era muito alto também. Ele não possuía nenhum meio de chegar até lá em cima. Ficou esperando o Segundo chegar para resolverem juntos a questão.
O Segundo enfrentou galhardamente a primeira situação com a qual se deparou, porém logo em seguida apareceu outra, e logo depois mais uma e mais outra, sendo algumas delas um tanto difíceis de superar. Ele acabou ficando cansado, esgotado até ficar doente, e cair prostrado. Quando se deu conta de seu péssimo estado físico, foi obrigado a retroceder e voltou para a aldeia, onde foi internado para cuidados médicos.
O Terceiro teve seu primeiro teste quando acabou sua água e ele chegou a um poço. Quando puxou o balde, arrebentou a corda e ele então, rapidamente, com suas ferramentas e alguns galhos, improvisou uma escada para descer até o poço e retirar a água para saciar sua sede. Resolveu levar a escada consigo e também a corda remendada. Percebeu que estava começando a gostar muito dessa aventura.
Depois de descansar, seguiu viagem e precisou atravessar um rio com uma correnteza fortíssima. Construiu, então, uma pequena jangada e com uma vara de bambu como apoio, conseguiu chegar do outro lado do rio, protegendo assim sua mochila, seus agasalhos e todo o material que levava consigo para o momento que precisasse deles, incluindo a jangada.
Em um outro ponto do caminho ele teve de cortar o mato denso e passar por cima de grossos troncos. Com esses troncos ele fez rodas para facilitar o transporte do seu material, usando também a corda para puxar.
E assim, sucessivamente, a cada nova situação que surgia, como ele não tinha pressa, calmamente, fazendo uso de tudo o que estava aprendendo nessa viagem e do material que, prudentemente guardara, resolvia facilmente a questão.
A viagem foi longa, cheia de situações diferentes, de detalhes, e logo chegou o momento esperado, quando ele se defrontou com a Macieira Encantada. O Primeiro havia se cansado de esperar e também retornara ao povoado.
O encanto da Macieira tomou conta do Terceiro. Ela era tão linda, grande, alta, brilhante. Os raios do sol incidindo nos frutos dourados irradiavam uma luz imensa que o deixou extasiado. Quanto mais olhava para a luz dourada, mais ele se sentia invadir por ela, e percebeu que todo o seu corpo parecia estar também dourado. Nesse momento ele sentiu como se uma onda de sabedoria tomasse conta de seu ser. Com essa sensação maravilhosa ele se deixou ficar, inebriado, durante longo tempo. Depois do impacto ele se pôs a trabalhar e preparou cuidadosamente, seu material, fazendo uso de todos os seus recursos.
Transformou a jangada numa grande cesta, para guardar as maçãs dentro, subiu na árvore, pela escada, usou o bambu para empurrar as maçãs mais altas e mais distantes. Tudo isso e mais algumas providências que sua criatividade lhe sugeriu para facilitar seu trabalho, que havia se transformado em prazer.
Depois de encher a cesta com as maçãs, e com a certeza de que poderia voltar ali quando quisesse, por ser a Macieira pródiga, ele agradeceu a Deus por ter chegado, por ter conseguido concluir seu objetivo. Agradeceu principalmente a si mesmo pela coragem e persistência na utilização de todos os seus recursos, como inteligência e criatividade.
Voltou pelo caminho mais fácil, levando consigo os frutos de seu trabalho e de seus esforços, frutos esses colhidos com muita competência e merecimento. Descobriu, entre outras coisas que:
Tudo que apareceu em seu caminho foi útil e importante para sua vitória;
Cada uma das situações que ele resolveu, foi de grande aprendizado, não só para aquele momento, mas também para vários outros na sua vida futura;
Quando você faz do seu trabalho um prazer, suas chances de sucesso são muito maiores;
Quando seu objetivo vale a pena, não há nada que o faça desistir no meio do caminho;
A sua vitória poderia beneficiar a vida de muita gente e também servir de exemplo a outras pessoas, a quem ele poderia ensinar tudo o que aprendeu nessa trajetória.
Autor: Desconhecido
sábado, 8 de setembro de 2012
ECOPEDAGOGIA
Nos dias de hoje em que a educação infantil esta tendo um olhar mais crítico e complexo faz-se necessário um leque cada vez maior no que tange ao conhecimento de ferramentas para serem colocadas na prática educativa, de uma maneira na qual a criança possa adquirir conhecimento, sendo o mesmo bem alicerçado para obter em outros ciclos uma continuidade significativa e prazerosa.
É necessário buscar por pedagogias referenciais importantes que façam com que as interações ocorram em todos os níveis que constituem a vida em sociedade, promovendo mudanças de atitudes, falamos tanto em reciclagem, mas temos que ter propostas pedagógicas que abordem este assunto e principalmente uma reciclagem humana com novos valores.
Cabe a nós educadores tratar de conflitos e ampliar entendimentos a posturas no dia a dia do educando, informando e conscientizando que existe uma interdependência existente entre os seres humanos, estimulando a sua sensibilidade.
Criar um ambiente atrativo ao aprendizado, inclusive dialogando com os alunos a respeito de suas dúvidas, preocupações e ansiedades fortalecem o relacionamento entre aluno e professor, trazendo um sentido para a abordagem de determinados assuntos.
No mundo se faz necessário a utilização da tecnologia, mas não podemos esquecer-nos de utilizar em nossas práticas situações simples como mexer na terra, cantar louvores, plantar e colher uma alface para meu almoço, pois elas desenvolvem de uma forma participativa uma educação planetária, existindo uma coerência sobre o tema abordado, ela faz parte do cotidiano de todos nós.
Alicerçar a cultura de alegria, sensibilidade, amor, satisfação, respeito e principalmente vontade de aprender é uma caminhada na qual nos defrontamos neste século, pois não existe cidadania sem relações.
Educar para pensar, promover novas maneiras de criar, de resolver, de modificar de interagir com o meio, é a única maneira de desenvolver alunos aprendizes e pesquisadores, apresentando a herança cultural e formando no aluno uma postura crítica sobre sua atuação na sociedade.
A sociedade atual delega à escola muitas vezes toda a educação, inclusive a parte que cabe à família, por isso é de fundamental importância a participação da comunidade escolar para esclarecimento sobre o real papel de cada um, e um assunto muito importante a ser abordado que á a importância do ser e não do ter.
É preciso ter um novo olhar para o meio em que vivemos, as grandes mudanças, podem começar com pequenas atitudes, e através de uma fusão de teoria e prática de fazer aprendendo, e criando uma consciência social.
Estamos vivendo a era do conhecimento, muito se deve a conseqüência da informatização e do processo de globalização de telecomunicações, mas não posso descartar que um grande número da população infelizmente está excluída, nada adiante ensinar o filho na escola sobre educação planetária se a família, a comunidade está isenta destas informações.
Quando falo em ecopedagogia estou abrindo um cenário de informações que podem ser transformadas em conhecimento, e através deste criar hábitos, competências, habilidades necessárias em nossa sociedade para mudança de quadro no cenário mundial do que é educação planetária, dando sentido que aprendemos á todo o momento, basta estarmos aberto a este aprendizado.
Para qualquer mudança é necessário um ato educativo, e para que este exista é necessário dados, reestruturação curricular, projeto políticos pedagógicos bem elaborados, enfim a escola deve ser um lugar onde os indivíduos se transformem de uma maneira reflexiva e atuante.
Nós educadores precisamos ter clareza de nossas obrigações, e assumirmos nossas responsabilidades como cidadãos, enfrentando os desafios que nos surgem no dia a dia, sendo mediadores de conhecimentos significativos aos nossos alunos no sentido de cooperação harmoniosa em nosso planeta.
Omitir informações que constam no livro mais lido do Mundo como a Bíblia é ser intolerante a educação planetária, pois a fé é a melhor herança que podemos deixar para os indivíduos. Conforme consta na passagem bíblica em Gn 2:9 “Do solo fez o Senhor Deus brotar toda a sorte de árvores agradáveis á vista e boas para alimento; e também a árvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal.”.
Acredito no equilíbrio homem e natureza, mas para que este se desenvolva tenho que despertar em minha prática educativa um novo olhar ao meio ambiente e através desta caminhada desenvolver indivíduos éticos, autônomos capazes de gerenciar suas ações e emoções, não sendo dominados e sim participantes de uma nova humanidade e conscientes de suas responsabilidades sobre o futuro.
Magali
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
DIGA NÃO ÀS DROGAS
Flávio Aquistapace - Portal Aprendiz - 04/09/2012 - São Paulo, SP
Por ser multideterminado – com implicações para o corpo, a mente e as relações sociais –, o fenômeno do uso das drogas desafia pais e educadores. Em pleno século 21, ainda é muito difícil não esbarrar em respostas simplistas, reduzidas ora ao proibicionimo ora ao viés permissivo.
“Nós não vamos acabar com as drogas. Nunca existiu um mundo livre das drogas”, adverte o professor e psicólogo, Marcelo Sodeli, presidente da Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos Sobre Drogas (ABRAMD).
Ele defende que é inerente ao sujeito provar, desde a infância, diferentes estados de consciência. “Basta observar a alegria que uma criança experimenta ao torcer as correntes de um balanço e depois sair andando tonta do brinquedo.”
Para resistir à vulnerabilidade social, reflete o psicológo, a escola deveria assumir o papel que lhe cabe, ou seja, ensinar a pensar. “É fundamental ensinar a fazer escolhas que façam sentido, sobretudo para si mesmo”. Dessa forma, argumenta, aprende-se ao invés do medo o cuidado consigo.
A proposta é que o professor adote para cada sala de aula, a cada ano, uma dinâmica própria de prevenção, levando em conta as respostas daqueles que são o alvo da ação. “Reduzir vulnerabilidades passa por pensar estratégias que sejam específicas de acordo com cada grupo ou turma”, defende.
Diferenças
A falta de receituário para lidar com o assunto exige de educadores e pais atenção redobrada. “Antes de tomar qualquer decisão, é preciso verificar se há abuso no consumo, seja qual for a substância”, alerta a psiquiatra e pesquisadora Camila Magalhães Silveira, que atua na unidade de dependência química da Universidade de São Paulo (USP).
Camila explicou que existem diferentes graus de uso. De um lado, a abstinência. Na outra ponta, a dependência química. A capacidade de viciar também muda entre as substâncias. No caso do álcool, do total de consumidores, por volta de 3% dos usuários desenvolvem dependência. No Brasil, a idade média para o primeiro gole é de 15 anos, segundo a médica.
“Enquanto a dependência para o crack é extremamente rápida, para o álcool chega a levar de nove a dez anos para se instalar. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), o álcool é a substância que mais mata no mundo, se consumida de forma abusiva.
Uma das saídas, aponta ela, é detectar precocemente a fim de diminuir os impacto, sobretudo quando se trata de crianças e adolescentes. Quanto mais cedo o contato, maior é o risco de dependência. “Postergar o contato com a droga é fundamental, porque é na adolescência que acontece a maturação do funcionamento cognitivo, da fala, da atenção e da memória”, adverte.
Saúde
Mudar o foco: no lugar da droga, ressaltar a promoção da saúde. Do enfoque estritamente médico, pensar na participação e corresponsabilidade do sujeito nos cuidados consigo mesmo. Esta é a perspectiva do psiquiatra e especialista em dependência química, Dartiu Xavier. “Ao invés da droga, tratar da qualidade de vida”, afirma.
Xavier levanta dados históricos para demonstar as consequências das políticas proibicionistas. Segundo ele, na época da Lei Seca estadounidense – proibição da comercialização de álcool em todo o país, ocorrida entre 1920 e 1933 –, por volta de cem mil pessoas morreram ao consumir a substância por via endovenosa. Como o acesso era muito mais difícil, quem conseguia queria experimentar pela forma mais intensa, o que invariavelmente levava as pessoas à morte.
Como alternativa, Dartiu apresenta a política de redução de danos, voltada a diminuir os prejuízos biológicos, sociais e econômicos do uso de drogas – inclusive as lícitas. “Cerca de 65% dos dependentes não conseguem abandonar a droga. Mas muitos conseguem mudar a maneira de consumo, tornando-a menos prejudicial e prosseguindo em uma vida produtiva e criativa, sem que a droga seja um impedimento”, explica.
Focar no indivíduo, na consolidação dos seus vínculos sociais, pode ser uma boa estratégia a ser adotada pelas escolas. “Um adolescente mal na própria pele é um prato cheio para se tornar um dependente. Mas, se ao contrário, ele estiver fortalecido, mesmo que experimente, o mais provável é que se torne um usuário ocasional de droga”, conclui.
OLHA
Olha para o céu... E agradeça ao Pai pelo sol que ilumina seu dia!!!Olha para o lado... e agradeça pela natureza que ilumina seu mundo!!!
Olha para o chão... e agradeça pelos passos que consegue dar!!!
Olha para o espelho... e agradeça pela sua beleza diante de nosso Senhor Jesus Cristo!!!
Muito pode acontecer em sua vida...
Muito pode te fazer desistir de seus sonhos...
Muito pode te fazer pensar que estás sozinho...
Mas muito mais... te pede que confie nele e confie em si mesmo!
Muito mais é você para muitos... e principalmente para Deus!!!
Às vezes você pode pensar que o mundo está de costas para você...
E que estás sozinho em todas as dificuldades...
O maior desafio da humanidade hoje é acreditar que Deus nos acompanha e nos protege!
Ouça...
Preste bastante atenção...
Faça um minuto de silêncio, e perceba a mensagem que o Senhor tem pra você!!!
Ele fala contigo a todo momento...
Seja capaz de sentir isso pelo menos por um instante...
E verás que não estás sozinho nunca...
E que para Deus és a melhor das criações, e o melhor dos projetos que ele teve no princípio do mundo!
Você é uma pérola aos olhos do criador...
Por isso, esqueça as mágoas e faça com que essa pérola esteja sempre brilhando...
E irradiando beleza a todos os que estão à sua volta!
Olha para si...
E agradeça a Ele por tudo o que veres...
Ele quer somente isso:
Olha para si...
E AGRADEÇA A ELE POR EXISTIRES!!!
AUTOR DESCONHECIDO
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
DADOS PARA MARÉ DIGITAL
Assunto - Drogas
Disciplina: Português, artes, informática, Ciências
Vou trabalhar nesta semana com videos sobre a prevenção de drogas e após vou realizar atividades como;
Produção textual, desenhos, pesquisa e falar nos males no corpo humano e na mente.
blog: promagaliinovadora.blogspot.com.br
NOVO CURSO EAD SOBRE PREVENÇÃO DE DROGAS
AMADOS
Entrem no site http://www. educadores.senad e vejam as possibilidades de ótimos cursos. Iniciei esta semana sobre Prevenção de drogas. É uma maravilha!!!!!!!!!!
Bjos
Entrem no site http://www. educadores.senad e vejam as possibilidades de ótimos cursos. Iniciei esta semana sobre Prevenção de drogas. É uma maravilha!!!!!!!!!!
Bjos
terça-feira, 4 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
QUEM É O MELHOR?
Jesus era possuidor de paciência e compreensão inigualáveis.
Ouvia as questões mais simples com atenção e, em cada oportunidade, deixava lições profundas, completas, que poderiam ser entendidas naquele momento, bem como servirem aos séculos vindouros.
Certa feita escutou os discípulos discutindo entre eles, sobre qual seria o maior, o mais amado, o de importância mais significativa.
Todos reconhecemos que João é distinguido pelo vosso amor; Pedro é merecedor da mais expressiva confiança; Judas guarda as moedas e se encarrega do controle das nossas modestas finanças... E os demais?
Que somos e que papel desempenhamos no grupo? Afinal, qual de nós é o maior?
Certamente se sentiram constrangidos pela disputa, mas como ela aconteceu, era justo serem honestos, libertando-se das dúvidas.
Jesus envolveu-os na luz da compaixão, e com a sabedoria habitual, respondeu-lhes:
O grão de mostarda, menor e mais insignificante que qualquer outra semente, reverdece com o mesmo tom o solo abençoado pelo trigo vigoroso.
O fruto do carvalho desenvolve a árvore grandiosa que nela jaz, assim como o pólen, quase invisível de todas as flores, se encarrega de transmitir beleza e perpetuar a espécie em outras plantas.
Todos são importantes na paisagem terrestre.
O grão de areia se anula ante outro para construir a praia imensa, que recebe o carinhoso movimento das ondas arrebentando-se no seu leito reluzente.
Tudo é importante diante de meu Pai, não pela grandeza, mas pelo significado de que cada coisa se reveste para a utilidade da vida.
* * *
Nos dias atuais, em que ainda tanto se faz questão de ser o melhor, o mais importante, o número um, precisamos refletir sobre as orientações do Cristo.
A competição desenfreada tem nos feito escravos do sucesso e das aparências.
A vaidade tem ditado as regras em todas as áreas, transformando algumas em mais importantes que outras, por questões puramente materialistas.
Julga-se a importância desta ou daquela atividade, por sua visibilidade na mídia, ou por sua remuneração material.
O mundo moderno e seus valores descabidos parece muito semelhante à conversa dos discípulos em torno de quem seria o mais amado.
Desejamos ser amados, desejamos preencher esta carência, este vazio existencial que nos incomoda tanto, mas não sabemos como.
Jesus já havia dado a resposta naqueles idos tempos...
Além de dizer que todos são importantes, disse ainda que entre os homens, o maior sempre seria aquele que se esquecesse de si mesmo, tornando-se o melhor servidor.
Seria aquele que não se cansasse de ajudar, de cooperar com os outros.
É sempre bom ouvir o Mestre, que permanece atual, que permanece nos esperando como Aquele que oferece o caminho da verdadeira vida.
AUTOR DESCONHECIDO
Ouvia as questões mais simples com atenção e, em cada oportunidade, deixava lições profundas, completas, que poderiam ser entendidas naquele momento, bem como servirem aos séculos vindouros.
Certa feita escutou os discípulos discutindo entre eles, sobre qual seria o maior, o mais amado, o de importância mais significativa.
Todos reconhecemos que João é distinguido pelo vosso amor; Pedro é merecedor da mais expressiva confiança; Judas guarda as moedas e se encarrega do controle das nossas modestas finanças... E os demais?
Que somos e que papel desempenhamos no grupo? Afinal, qual de nós é o maior?
Certamente se sentiram constrangidos pela disputa, mas como ela aconteceu, era justo serem honestos, libertando-se das dúvidas.
Jesus envolveu-os na luz da compaixão, e com a sabedoria habitual, respondeu-lhes:
O grão de mostarda, menor e mais insignificante que qualquer outra semente, reverdece com o mesmo tom o solo abençoado pelo trigo vigoroso.
O fruto do carvalho desenvolve a árvore grandiosa que nela jaz, assim como o pólen, quase invisível de todas as flores, se encarrega de transmitir beleza e perpetuar a espécie em outras plantas.
Todos são importantes na paisagem terrestre.
O grão de areia se anula ante outro para construir a praia imensa, que recebe o carinhoso movimento das ondas arrebentando-se no seu leito reluzente.
Tudo é importante diante de meu Pai, não pela grandeza, mas pelo significado de que cada coisa se reveste para a utilidade da vida.
* * *
Nos dias atuais, em que ainda tanto se faz questão de ser o melhor, o mais importante, o número um, precisamos refletir sobre as orientações do Cristo.
A competição desenfreada tem nos feito escravos do sucesso e das aparências.
A vaidade tem ditado as regras em todas as áreas, transformando algumas em mais importantes que outras, por questões puramente materialistas.
Julga-se a importância desta ou daquela atividade, por sua visibilidade na mídia, ou por sua remuneração material.
O mundo moderno e seus valores descabidos parece muito semelhante à conversa dos discípulos em torno de quem seria o mais amado.
Desejamos ser amados, desejamos preencher esta carência, este vazio existencial que nos incomoda tanto, mas não sabemos como.
Jesus já havia dado a resposta naqueles idos tempos...
Além de dizer que todos são importantes, disse ainda que entre os homens, o maior sempre seria aquele que se esquecesse de si mesmo, tornando-se o melhor servidor.
Seria aquele que não se cansasse de ajudar, de cooperar com os outros.
É sempre bom ouvir o Mestre, que permanece atual, que permanece nos esperando como Aquele que oferece o caminho da verdadeira vida.
AUTOR DESCONHECIDO
2012
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